Recentemente, falamos sobre as empresas que têm sido forçadas a repensarem a forma como encaram as relações com o mercado. Notamos esta questão, inclusive, por meio da expansão de perfis de clientes que procuram a Lambda3 para novos projetos ou modernização de aplicações legadas.

Até o ano passado, os setores de educação, financeiro, saúde e serviços eram os que mais demandavam por modernizações tecnológicas, compondo maior parte da nossa carteira de clientes. Atualmente, percebemos um movimento grande de companhias das áreas de construção civil e varejo, e até mesmo startups brasileiras e internacionais, em busca de aceleração digital através Stacks de tecnologia preparadas para as demandas atuais de escala e adaptabilidade. São empresas que já têm o seu negócio consolidado no mercado e agora buscam por novos patamares de crescimento, aumentando a capacidade de entrega de suas plataformas para se adequarem e atenderem às novas demandas do mercado e do consumidor 4.0.

Este movimento está em linha com a pesquisa “Impactos da covid-19 nas estratégias de transformação digital”, desenvolvida pela KPMG, que indica que 62% dos executivos brasileiros acreditam que a sobrevivência das empresas é a principal motivação para a realização de investimentos em transformação digital focada na experiência do cliente.

Hoje é importante que as organizações realizem uma mudança de mindset corporativo, valorizem cada ponto de interação e tentem criar uma experiência de excelência com o cliente, de modo a garantir que o consumidor seja impactado positivamente. E o que caracteriza esse tipo de cuidado com a experiência é o conhecimento das necessidades e das preferências dos usuários.

Vale reforçar, também, que os conceitos que envolvem a transformação digital devem ser direcionados não apenas nas verticais B2B e B2C, mas também internamente. Afinal, colaboradores e parceiros precisam de autonomia, agilidade e mobilidade para o desenvolvimento de suas atividades. Estes fatores estão diretamente relacionados com responsividade, infraestrutura e integração. Inclusive, é a integração de sistemas que garante a estabilidade das aplicações, disponibilidade de informações e a segurança.

Além disso, gerenciar a infraestrutura interna também ajuda na relação com o cliente. Se os sistemas e aplicações estão saudáveis e fortes, a organização mantém os serviços sempre estáveis e seguros também. E isso impacta não somente na experiência, como também na satisfação do seu público. Sendo assim, repensar um modelo de negócio baseado na modernização tecnológica deixa de ser uma mera mudança, trata-se de uma necessidade.

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